Joe Dalton

Stream A — NRW Assessment — Water Loss 2026

Joe Dalton

Chair da sessão A1 (NRW Assessment and Strategy) e palestrante na sessão A4 (Monday afternoon), conduzindo as discussões sobre medição, balanço hídrico e estratégia de redução de NRW.

Stream A Chair NRW Assessment Strategy Ireland
Right Tool
Lema da sessão
4 speakers
Stream A — NRW prática
15 min
Tempo por palestrante
Ireland
Origem do chair

Sobre o palestrante

Quem é Joe Dalton

Irlandês, com mais de duas décadas atuando em estratégia de não revenue water e design de redes, Joe Dalton conduz como Chair a sessão A1 — a primeira da Stream A após a abertura — e ainda assina, no mesmo dia às 12:30, a palestra "Why Performance-Based Contracts Are Not a Panacea for Reducing NRW". A Irlanda, sua origem, traz histórico relevante em programas nacionais de redução de perdas após décadas de medição precária — experiência que ele transporta para a curadoria da sessão e para suas próprias provocações sobre PBCs, KPIs e padrões de procurement.

Coordenando a Stream A

Joe Dalton conduz como Chair a sessão A1, primeira sessão da Stream A após a abertura — definindo o tom técnico para os quatro dias de discussões sobre NRW Assessment. Estruturou cronograma, protocolo de perguntas escritas, transições entre os quatro speakers e absorveu pessoalmente as falhas de áudio durante a sessão.

Chair Stream A1Curadoria

Experiência irlandesa

Joe traz a perspectiva da Irlanda, país com histórico relevante em programas nacionais de redução de perdas após décadas de medição precária. Apresenta também na sessão A4 com a fala paralela sobre PBCs — uma posição direta contra o entusiasmo automático com performance-based contracts em NRW.

IrelandPBC speaker

"My name is Joe Doll. I'm chairing this session. I work in non-revenue water strategy and design."

— Joe Dalton, abrindo a Stream A1 NRW

Tese da palestra

Right tool for the right job — não existe indicador único

O fio condutor

Ao introduzir Jörg, Joe verbalizou o tema que costura a sessão inteira: "high technology is not always the right thing to do — the right tool for the right job." A frase ecoou em todas as falas: Alan Wyatt destacando que "there's no one indicator that does everything", Jörg mostrando AMI sem bateria, o palestrante de Joliet defendendo dual metric.

Right ToolContext

Curadoria de quatro frentes

Joe escolheu quatro frentes complementares: macro (Alan Wyatt e os 149 bi m³/ano), micro (Jörg Köelbl com 25 anos de campo), regulatória (caso Joliet com dual metric) e contratual (PBCs e suas armadilhas). Quatro vozes, um único argumento — sem contexto, ferramenta nenhuma resolve.

Macro + MicroRegulação

PBC não é panaceia

Em sua fala paralela das 12:30 — "Why Performance-Based Contracts Are Not a Panacea for Reducing NRW" — Joe assume posição direta: PBCs funcionam onde há regra clara, dado confiável e regulação madura. Sem essas condições, transferem o problema em vez de resolvê-lo.

PBCProcurement

"High technology is not always the right thing to do — the right tool for the right job."

— Joe Dalton, ao introduzir Jörg Köelbl na Stream A1

Dados apresentados

Quatro frentes, quatro indicadores

Sob o comando de Joe, quatro palestrantes percorreram em ritmo apertado os pilares da prática de NRW. Os números abaixo resumem o que a curadoria do chair entregou ao público em uma única manhã.

4
Frentes complementares — macro (KPI Initiative global), micro (campo e materiais), regulatória (dual metric Joliet) e contratual (PBC). A coerência entre elas era o argumento.
15 min
Tempo por palestrante, controlado pelo próprio chair: "I'll remind them if they're going over time." A disciplina temporal manteve a sessão densa em dados sem perder o fluxo.
12:30
Horário da fala paralela de Joe sobre PBCs — no mesmo dia, em outra sala. A posição contra o entusiasmo automático com contratos por performance dialogou diretamente com a Stream A1 que ele chairou.

"There's no one indicator that does everything; you need a group of indicators."

— Alan Wyatt, na sessão chairada por Joe Dalton

Abordagem técnica

O papel do chair: tempo, ritmo e conexão

Estrutura e protocolo

Mais que apresentar nomes, Joe estruturou a sessão: "Each speaker will present for approximately 15 minutes." Distribuiu o protocolo de perguntas (escritas, passadas pelos coordenadores), assumiu pessoalmente os incidentes técnicos quando o sinal de vídeo caiu e fez as transições entre os quatro palestrantes amarrando o que cada um trazia.

ChairProtocolo

Curadoria temática

Em uma sessão tão técnica e densa em dados, a função do chair foi manter o público focado enquanto cada apresentação rodava em ritmo de 15 minutos. Joe não se limitou a chamar nomes — selecionou frentes complementares, costurou transições com falas curtas que reforçam o tema unificador.

Right ToolCurador

Absorção de falhas

"We'll start out the technical challenges, bear with us." Quando o áudio falhou, Joe absorveu pessoalmente — sem repassar a frustração para os palestrantes. Em uma sessão técnica, a postura do chair sobre incidentes operacionais define o tom para o restante do dia.

PosturaAudio fail

Casos / Aplicações

Quatro casos curados pela cadeira

Macro: KPI Initiative + 149 bi m³

Alan Wyatt apresentou a estimativa global de 149 bilhões de m³/ano de NRW e o KPI Initiative do IWA WLSG. O número virou referência para targets nacionais e financiamento multilateral — e é base para a discussão regulatória que Joe queria provocar na sessão.

Alan WyattIWA WLSG

Micro: Cuba + ferrules + AMI sem bateria

Jörg Köelbl, com 25 anos de campo, mostrou fotos de chambers inundadas, ferrules de baixa qualidade, AMI sem bateria. Conclusão direta: "we need to rethink the lowest-price concept in the bidding." Joe deixou esse argumento ressoar antes de chamar o próximo palestrante.

Jörg KöelblLow-tech

Regulatório: Joliet (Illinois)

Caso Joliet com a discussão sobre indicadores percentuais versus volumétricos — defesa do dual metric (percentual + volume) para regulação. Tentar resumir NRW em um único número (especialmente percentual) leva a decisões regulatórias erradas.

JolietDual Metric

Contratual: PBCs (fala paralela de Joe)

A própria frente de Joe: "Why Performance-Based Contracts Are Not a Panacea for Reducing NRW", às 12:30. PBCs funcionam onde há regra clara, dado confiável e regulação madura. Adotar PBC sem essas condições antes apenas transfere o problema. NRW contínua exigindo planejamento, capex e supervisão.

PBC12:30

Pontos-chave

Insights da palestra

"The right tool for the right job"

O lema que Joe verbaliza ao introduzir Jörg sintetiza toda a sessão. Antes de adotar uma tecnologia — AMI, IA, digital twin — a pergunta não é "é a mais avançada?", e sim "é a certa para o problema, o contexto e o orçamento desta utility?". Sem essa pergunta, o investimento vira passivo.

Chair como curador, não apresentador

Joe não se limitou a chamar nomes. Selecionou quatro frentes (macro, micro, regulatório, contratual) que se complementam, costurou as transições com falas curtas que reforçam o tema unificador e absorveu pessoalmente as falhas técnicas. É uma referência sobre como conduzir uma sessão técnica sem virar locutor.

PBCs não são panaceia

Em sua fala paralela das 12:30, Joe defende que performance-based contracts funcionam apenas em contextos com regra clara, dado confiável e capacidade regulatória madura. Adotar PBC sem essas condições antes apenas transfere o problema. NRW contínua exigindo planejamento, investimento de capital e supervisão.

KPI nunca é único

Frase de Alan Wyatt na sessão chairada por Joe: "there's no one indicator that does everything; you need a group of indicators." Para mensuração, avaliação, melhoria e benchmarking existem KPIs específicos. Tentar resumir NRW em um número (especialmente percentual) leva a decisões regulatórias erradas.

O baixo preço quase nunca é baixo custo

Conclusão direta de Jörg na sessão: "we need to rethink the lowest-price concept in the bidding." Material barato em chamber inundada, AMI sem bateria de reposição, mão de obra sem qualificação — tudo vira leakage e retrabalho em 5–10 anos. Joe deixou esse argumento ressoar antes de chamar o próximo palestrante.

Stream A reforça a tese central do congresso

Em paralelo à plenária de abertura de George Milis ("start with the pain, not the technology"), a sessão de Joe traduziu o mesmo princípio para a prática operacional — escolha da ferramenta de medição, escolha do indicador, escolha do contrato. A coerência entre plenária e Stream A foi um dos pontos altos do dia 27 em Salvador.

"Public water supply comes at a cost"

Frase que Jörg cravou e Joe deixou ressoar: tarifa subsidiada destrói a base econômica que sustentaria a redução de NRW. PBCs, AMI, digital twin — todos dependem dessa equação fechar. A discussão regulatória precede a discussão tecnológica.

Tempo do speaker é tempo do público

"I'll remind them if they're going over time." Disciplina temporal não é detalhe: é respeito ao público que espera quatro falas em uma manhã. Joe lembrou e cobrou — sem isso, o último speaker recebe meia atenção e a sessão perde a coerência que o chair construiu.

Filosofia / Conclusão

Sem contexto, ferramenta nenhuma resolve

Joe Dalton encarna a postura de quem aprendeu na Irlanda — e em duas décadas de campo internacional — que NRW não se resolve só com tecnologia. Resolve-se com a combinação correta de KPI, regulação, procurement e contrato. A função do chair foi fazer essa equação aparecer no palco em uma única manhã: macro, micro, regulatório, contratual.

Tecnologia depois do contexto

AMI, AI, digital twin não são errados — são respostas. A pergunta vem antes: qual é o problema, qual é o contexto, qual é o orçamento, qual é a tarifa. Joe insiste que sem essa pergunta, qualquer ferramenta vira passivo. A sessão inteira foi exercício prático de ajuste fino entre ferramenta, contexto e propósito.

Right ToolPergunta certa

Cadeira como construtora de coerência

Quatro speakers, quatro temas, um único argumento. A função do chair não é decorativa — é montar uma narrativa que sobreviva às 60 minutos da sessão. Joe entregou isso curando frentes, controlando tempo, absorvendo falhas. Referência viva de como conduzir uma sessão técnica sem virar locutor.

CoerênciaNarrativa

"Performance-based contracts are not a panacea for reducing NRW."

— Joe Dalton, fala paralela 12:30, Water Loss 2026

Para o público brasileiro a leitura de Joe é direta: o setor está discutindo PBCs e digital twins ao mesmo tempo em que ainda enfrenta dual metric, ferrolhos baratos e contratos por menor preço. Joe entrega a sequência correta: defina a lente, escolha o KPI, corrija o procurement, sustente a tarifa, então sim — adote a tecnologia. Inverter a sequência produz exatamente o que ele documentou: investimento elevado em infraestrutura técnica que vira passivo em uma década.

Resumo gerado a partir da transcrição ao vivo via Nobox Translate com inteligência artificial.

🎓
Veja o conteudo deste palestrante na Nobox Academy
Resumos, transcricoes e cursos relacionados, organizados pos-evento.
Acessar