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Chair Stream A4 — Leak Detection / Water Loss 2026

Stuart Stapely

Profissional australiano que preside a Stream A4 — Leak Detection Technologies, Strategies and Equipment — sessao técnica de abertura da terca-feira no Water Loss 2026.

Leak Detection Chair Australia Stream A
A4
Stream presidida na manha de terca-feira
100+ km
Trunk main coberto pelo case Aganova-Curitiba na sessao
90 min
Duracao do bloco que coordena: 09h00-10h30
5 papers
Numero medio de apresentacoes em uma stream técnica do programa

Sobre o palestrante

Quem e Stuart Stapely

Stuart Stapely e profissional australiano de gestao de perdas que aparece no Water Loss 2026 não como speaker — mas como chair da Stream A4 (Leak Detection Technologies, Strategies and Equipment), o bloco de abertura técnica da terca-feira (28/04, 09h00 as 10h30, Sala A). Como chair, ele não apresenta artigo proprio — sua funcao e mediar criticamente a sessao, conectar os artigos, provocar o debate da plateia e garantir que a discussao técnica entregue valor para os 800+ delegates. O papel de chair em uma stream de Leak Detection no Water Loss e tipicamente reservado a profissionais que já acumularam decadas de campo.

Chair na pratica

O chair de uma stream técnica do Water Loss tem responsabilidade dupla: mediar tempo de cada speaker dentro do slot, e conduzir Q&A criticamente para drenar dado tecnico que não apareceu em slide. Quem assiste o bom chair leva embora insight que não estava no paper.

ChairMediacao

Stream A4 - posicao no programa

A Stream A4 abre a terca-feira no Water Loss e marca o tom tecnico do dia. Coloca-la sob a responsabilidade de Stapely sinaliza que a organizacao confia nele para abrir o debate sobre Leak Detection com rigor — antes que outros chairs assumam streams paralelas em B, C e D.

A4Abertura

"Meu nome e Stuart Stapley, sou da Australia."

- Stuart Stapely, abertura da Stream A4, Water Loss 2026

Tese central

Leak Detection saiu da varredura e virou pacote tecnologico

A tese que Stapely articula como chair da Stream A4 — implicita na curadoria dos artigos do bloco — e que a deteccao de vazamentos saiu definitivamente do paradigma da varredura unica com geofone e virou pacote tecnologico stratificado. O bloco abre exatamente com o caso Aganova-Curitiba (Detecting the Undetectable: Aganova's Nautilus System Tackles Leaks Across 100+ kms of Curitiba's Trunk Main Water Pipeline Network) — caso emblematico em que esfera-sensora navega dentro do trunk main e devolve mapa interno do tubo, algo impossivel de fazer com tecnologia de superficie.

Surface vs in-pipe

A geracao classica de Leak Detection trabalha de cima — geofone, correlacionador, logger acustico fixado em superficie. A nova geracao trabalha por dentro — Nautilus de Aganova, smart pigs e sensores intra-tubo. A Stream A4 forca o publico a comparar essas duas escolas.

In-pipe

Trunk main como ponto cego

O trunk main — tubulacao de grande diametro entre adutora e DMA — e historicamente o ponto cego do Leak Detection convencional. Técnicas de superficie não varrem com profundidade suficiente. E exatamente onde a nova geracao de tecnologia entrega ROI mais alto.

Trunk main

Curitiba como caso continental

Que o caso de abertura seja Curitiba (operacao Sanepar/SaniPAR) e simbolico — coloca o Brasil como territorio onde tecnologia spanish-european (Aganova) já foi testada em escala. Stapely abre a sessao com caso continental, não europeu.

Curitiba

"A deteccao eficaz de vazamentos e crucial para reduzir a água não faturada e melhorar a eficiencia dos servicos."

- Stuart Stapely, sintese da abertura da Stream A4

Dados da sessao

Numeros que ancoram a Stream A4

Os numeros que aparecem na Stream A4 sob mediacao de Stapely sao operacionais — vindos do bloco de papers do programa. O caso Aganova traz a metrica do trunk main de mais de 100 quilometros em Curitiba como territorio de teste; a SaniPAR (Sanepar) declara 34% de NRW na operacao curitibana; o projeto inspecionou 106 casos com 90 incidentes relevantes, dos quais 60 confirmados como vazamentos; e o ROI declarado apos os reparos chegou a 40%. Stapely usa esses numeros para ancorar a discussao em campo concreto, não em laboratorio.

100+ km
Trunk main inspecionado pelo Nautilus em Curitiba. Escala que demonstra que a tecnologia in-pipe já saiu do estagio piloto e opera em rede metropolitana brasileira de grande porte.
34%
NRW declarado pela SaniPAR na operacao Curitiba que serve mais de 4 milhoes de pessoas. Numero alto que justifica a contratacao de tecnologia complementar como Aganova Nautilus para trunk main especificamente.
106
Casos inspecionados no projeto Curitiba — dos quais 90 incidentes relevantes e 60 vazamentos confirmados. A taxa de confirmacao de cerca de 56% e referencia técnica para tecnologia in-pipe em trunk main brasileiro.
40%
ROI alcancado apos os reparos. Numero que define a viabilidade economica da tecnologia in-pipe e que sera revisitado pelos demais speakers da Stream A4 — Stapely usa-o como referencia para a Q&A.

"Esta e a rede principal de tubos de água. Santiago, da Aganova, vai mostrar como Nautilus achou vazamentos em tempo real."

- Stuart Stapely, abertura do paper Aganova-Curitiba na Stream A4

Abordagem do chair

Como Stapely conduz a Stream A4

A metodologia de Stapely como chair tem tres ingredientes: introducao breve que contextualiza o paper na evolucao do tema, controle rigoroso do tempo de cada speaker dentro do bloco de 90 minutos, e Q&A critica que extrai do palestrante o detalhe que não apareceu no slide. O chair de Leak Detection no Water Loss precisa ser tecnicamente capaz de fazer pergunta dificil — sob pena de a sessao virar marketing de fornecedor. Stapely opera com perfil australiano de objetividade técnica, sem ceder a complacencia.

Introducao contextual

Antes de ceder o palco, Stapely conecta o paper a evolucao do estado da arte — situa o speaker dentro de uma trajetoria, não isolado. Isso ajuda o publico a comparar abordagens e não consumir o paper como produto solitario.

Contexto

Cronometragem rigorosa

Em bloco de 90 minutos com varios papers, qualquer atraso compromete a Q&A. Chair experiente como Stapely protege o tempo do debate, não da apresentacao — porque e na Q&A que o conhecimento tecnico realmente flui.

Tempo

Q&A critica

A Q&A da Stream A4 sob Stapely vai alem de pergunta de plateia. Ele insere pergunta de chair — sobre custo, sobre escalabilidade, sobre falha — para que o speaker não saia da sala apenas com o pitch. E essa critica que distingue evento tecnico de feira comercial.

Critica

Casos da sessao

O bloco que Stapely coordena

A Stream A4 sob Stapely tem como caso emblematico o Aganova-Curitiba — Detecting the Undetectable: Aganova's Nautilus System Tackles Leaks Across 100+ kms of Curitiba's Trunk Main Water Pipeline Network — apresentado por Santiago Ruffier (Espanha). E o caso que define o tom da sessao porque combina tres elementos: tecnologia in-pipe (Nautilus), territorio brasileiro (Curitiba) e operadora local (SaniPAR). Stapely abre a sessao com esse case porque ele exemplifica como tecnologia europeia foi traduzida para realidade operacional brasileira sem perder rigor tecnico.

Caso Aganova-Curitiba

Esfera Nautilus navega dentro do trunk main coletando dado acustico, ar e anomalia. O resultado e mapa interno do tubo com mais de 100 km cobertos. Stapely abre o paper sinalizando que essa abordagem ataca exatamente o ponto cego da deteccao convencional.

NautilusAganova

SaniPAR como operadora

A SaniPAR (Sanepar) opera Curitiba e atende mais de 4 milhoes de pessoas. Adotar Aganova como fornecedor de tecnologia in-pipe e movimento estrategico — coloca a SaniPAR na vanguarda brasileira de Leak Detection em trunk main. Stapely amplifica esse posicionamento ao abrir a sessao.

SaniPARCuritiba

Bloco como conjunto

Apos o paper Aganova, a Stream A4 segue com outros artigos sobre técnicas de Leak Detection — cada um sob avaliacao do mesmo chair. A leitura comparativa entre os artigos e o produto final que Stapely entrega aos delegates: não um paper isolado, mas um espectro de abordagens.

Espectro

Pontos-chave

Insights da sessao A4

Chair australiano em palco brasileiro

A presenca de Stapely (Australia) presidindo Stream A4 com case Aganova (Espanha) operando em Curitiba (Brasil) sintetiza a vocacao internacional do Water Loss — fluxo de tecnologia atraves de tres continentes na mesma sessao.

Trunk main e o ROI mais alto

O ROI de 40% declarado pelo paper Aganova e tipico de tecnologia in-pipe em trunk main — significativamente mais alto do que tecnologia equivalente em rede secundaria. Stapely usa isso para provocar Q&A sobre escalabilidade.

Tecnologia europeia em rede latinoamericana

O case Aganova-Curitiba mostra que tecnologia desenvolvida na Europa (Espanha) e operacional em rede de tubulacao brasileira sem necessidade de adaptacao radical. E sinal de maturidade do mercado tecnico de Leak Detection em trunk main.

Sensores em tempo real mudam a regra

A capacidade do Nautilus de devolver dado em tempo real durante a navegacao no tubo e o que rompe com a varredura classica em batch. Stapely deve insistir nesse ponto na Q&A — porque e ele que define a proxima geracao da disciplina.

Hit-rate de 56% como referencia

Dos 106 casos inspecionados, 60 viraram vazamento confirmado — taxa de cerca de 56%. Esse numero precisa ser comparado com taxa de outras tecnologias da sessao. Stapely usa a Q&A para forcar a comparacao explicita.

Chair como filtro de marketing

A presenca de Stapely como chair tecnico funciona como filtro contra apresentacao de fornecedor virar pitch comercial. Sem o filtro do chair, a Stream A4 cairia no padrao de feira técnica — o que descaracteriza o congresso.

In-pipe como nova fronteira

O conjunto da Stream A4 sinaliza que a fronteira técnica do Leak Detection se mudou para dentro do tubo. Para utilities brasileiras com trunk main extenso, isso vira pauta de plano diretor — Sabesp, Cedae, Sanasa, todas precisam responder.

Stapely como ponte AU-BR

O perfil australiano de Stapely traz para a sessao a perspectiva de redes maduras e areas de seca cronica — dois eixos onde a Australia tem decadas de experiencia. Essa perspectiva enriquece o debate brasileiro porque introduz comparacao internacional sem viesar para Europa.

Resumo gerado a partir da transcricao ao vivo via Nobox Live Translate, processado por IA.

Filosofia

O chair como guardiao do rigor tecnico

A filosofia que Stapely encarna — e que o papel de chair no Water Loss articula como funcao institucional — e que o evento tecnico precisa de mediador critico para não virar feira comercial. Cada paper apresentado num bloco como o A4 e simultaneamente contribuicao cientifica e demonstracao de produto, e a cargo do chair separar uma coisa da outra. Sem isso, os 800 delegates levam pra casa pitch de fornecedor, não conhecimento tecnico. Stapely encarna esse contrato — e por isso que a organizacao confia a ele a abertura de Leak Detection na manha de terca-feira.

Mediador, não apresentador

O chair entrega valor exatamente pelo que não apresenta. Sua autoridade vem da experiencia acumulada no campo, não da slide deck. E essa autoridade que valida a sessao para os 800 delegates — e que distingue o Water Loss de eventos meramente expositivos.

Mediador

Comparacao internacional sem vies

Como australiano presidindo Leak Detection no Brasil, Stapely tem distancia critica em relacao a tecnologia europeia e a operacao latinoamericana — pode comparar sem favorecer um polo. E exatamente esse tipo de mediacao distante que o congresso global precisa para não virar territorio dominado por mercado local.

Distancia

"A adocao de novas tecnologias e essencial para enfrentar os desafios na gestao hidrica e garantir a sustentabilidade."

- Stuart Stapely, sintese do bloco A4 que coordenou
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